quarta-feira, 17 de junho de 2009

9 dia - Punta - Porto Alegre

Voltei.
Desculpem a demora em dar notícias, mas os últimos dias da viagem foram bem cansativos.
Saimos de Punta após o café da manhã tipo 8:45 da manhã.
Eu já tinha colocado tudo na moto, fechamos a conta e o tomamos café.
Só serviam o café após as 08:00hs.
Saímos e partimos direto a Chui pela RN9.
Mantive a velocidade entre 130 e 140 como cruzeiro pra essa parte da viagem.
Fazia muito frio. As mãos doiam. O resto do corpo nem sentia o frio.
As roupas (roupa térmica, casaco de neve e jaqueta da BMW Rallye II) protegiam bem.
Não senti frio algum em nenhum momento da viagem, exceto nas mãos.
Quase chegando ao Chui fomos novamente parados pela polícia uruguaia.
Documentos....novela de novo, pensei...
Não, dessa vez eles não encrencaram.
Reclamaram que me pegaram a 135km/h, mas nos deixaram ir só com um alerta, tem mais policia a frente, vá devagar.
Fui.
Mantive os 120 - 130km/h até a fronteira.
Chegamos no Chui e abasteci no mesmo posto da ida.
Tomamos umas bebidinhas...ingestão de liquidos e partimos para Pelotas.
Mais uma vez pela Reserva do Taim.
Dessa vez dei sorte, peguei o rastro de uma Mercedes C200 zerinha.
O carinha ia a 130km/h no piloto automatico.
Eu o segui por todo o trajeto até Pelotas mantendo ele a minha frente uns 100 metros.
Assim me garantia que eu não pegaria uma vaca pela frente.
Chegamos à Pelotas e abasteci.
Comemos. Eu comi um frango empanado que a Déa ria...era meio duro, meio frio...mas eu tinha fome. Ela comeu um troço que não sei direito o que era e depois pediu um docinho.
O docinho estava tão ruim que ela não conseguiu nem comer a primeira mordida, vogou fora.
Partimos para Porto Alegre.
Hoje o dia era de estrada pura. Não dei folga. Andamos.
Paramos no meio da estrada até `Porto Alegre. A Déa estava cansada. Pediu pra parar.
Parei, abasteci. Comemos, bebemos e partimos.
Chegamos a Porto Alegre anoitecendo, mas ainda no por-do-sol.
As imagens devem esta muito lindas.
O dia estava lindo.
Chegamos ao hotel e estava lotado.
A Déa foi pra fila de check-in e fui descarregando a moto.
Quando finalmente conseguimos subir o quarto era pequeno, mas confortavel.
Tomamos um banho e saimos para comprar uma malinha/mochila pra ela poder levar as coisas dela no voo para SP. Ela saia cedo no dia seguinte e tinha que levar o laptop e outras coisinhas e não tinhamos onde.
Pedimos um taxi. Sr. Milton. Inesquecível. Depois de rodar mais de 4000 km sem problemas quase morremos algumas vezes no taxi do Sr. Milton. Ele simplesmente não estava nem aí pra sinal de transito. Furou todos. Vermelhos, amarelos, verdes... pra ele não fazia diferença, era como se todos estivessem abertos.
Chegamos ao shopping e demos graças a Deus de não ter morrido no caminho.
Compramos a tal malinha e partimos para jantar.
Tinham nos indicado uma tal CTL35 como sendo uma boa churrascaria tipica gaúcha.
Partimos pra lá.
Nossa!
Quase morremos de novo... que nervoso...
Eles simplesmente não param em sinal algum!
Esse era ainda engraçadinho!
Fazia piadinhas enquanto fazia cagada no transito.
Chegamos lá e veio um cidadão na porta do taxi e disse: está fechado. Só abre pra almoço no domingo.
Indicou para irmos ao tal Galpão Crioulo.
Partimos pra lá no mesmo taxi.
Putz...quase morremos mais algumas vezes...
Chegamos vivos.
O lugar é grande.
Todo em madeira, bem tradicinal gaúcho.
Coisa de turista mesmo.
Perguntamos como funcionava o esquema: é tipo sirva-se a vontade. R$ 35,00 por pessoa.
Churrasco rodizio.
Comemos muito.
A comida era realmente muito boa.
Enchi o pote.
Partimos de volta pro hotel e chegamos por volta das 23:00hs.
Mortos de cansado, mas vivos, apesar dos taxis gaúchos.
Foi tomar um banho e apaguei na cama.
A Déa ainda conseguiu fazer a malinha dela.

Eu? Nada, nem toque nas malas.
Dormi.

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