Mais um dia.
Acordamos as 07:00hs e tomamos cafe.
Na Casa Pueblo servem cafe nos quartos, nao tem refeitorio na baixa temporada.
Apos o cafe nos arrumamos e fomos conhecer o hotel-museo-exposição permanente do Carlos Paez Villaro.
Amamos. Muitas coisas lindas.
Um video maneirissimo sobre a vida dele.
Bom, eu ja tinha visto em 2005, mas a Andrea ficou impressionada com a historia de vida dele.
Checamos a boutique e resolvemos partir.
Carreguei a moto e ligamos a camera para filmar a saída.
Tiramos algumas fotos e saimos da Casa Pueblo às 11:20hs.
Como sempre carreguei os mapas dos próximos trechos pra Maria Auxiliadora (assim que chamo essa pentelha que fala no meu ouvido as ordens do GPS) nao me deixar mais na mão.
Saimos em direção a Colonia via Montevideo.
Paramos em Montevideo pra abastecer e comer no McDonalds (eles tem Wi-Fi digratis!)
Atualizamos o blog - a Casa Pueblo está sem internet - dissseram que no verao terá, mas estão reformando varias partes do hotel e estao sem no momento.
Eram 12:33hs. Colocamos 8,6 lts - R$ 23,80.
Tinhamos rodado 110km.
Estava muito, muito frio. Meus dedos doiam. Fiquei pensando naqueles protetores de punho da GS Top. Só pensava nisso...comprar um par deles assim que chegar a BA. Puta frio nas mãos. De resto até que estava bem, mas se tivesse um protetor e o aquecedor de punhos acho que nem sentia o frio.
As luvas gelavam... frio, frio...brrrrrrrr... e só nas mãos. O resto do corpo bem aquecido com o casaco da Osklen de neve e as pernas protegidas com as calças termicas. Sentia frio mesmo só nas mãos. Passamos por um relogio daqueles que marca a temperatura: 10º centigrados. Parado. Andando parecia que eu estava numa geleira. Frio nas mãos. Os dedos doíam.
Paramos na porta do McDonalds e tirei as luvas e coloquei minhas mãos no cilindro direito do motor. Quentinho.... ahhhhhhhh... que delicia. Fiquei assim acho que uns 10 minutos...esquentando as mãos....
Entramos no McDonalds.
Meu celular não funciona. Esta mudo. O da Andrea também. Estamos incomunicáveis. As vezes acho até bom isso. Estamos mesmo sozinhos por aqui.
No McDonalds, conectados na internet, alimentamos o blog e comemos.
Ficamos parados ali muito mais do que o previsto.
Era para saimos as 13:35hs. Uma hora de parada para almoço é o suficiente, mas a Andrea tinha muitos emails e eu no blog ficamos até quase 14:45hs.
Partimos em direção á Colonia.
Apertei o ritmo.
A estrada estava completamente vazia.
Ninguem!
Um caminhão aqui...um carrinho ali...
Praticamente deserta.
As vezes eu lia uma placa: PEATONES - CUIDADO.
E eu falava pra Andrea: Que peatones? Quem sai de casa com um frio deses?
Passamos por outro relogio daqueles: 8º graus. Frio. Basicamente nas mãos. Quero os protetores! Ou vou comprar uma pele de carneiro e colocar sobre os manetes! Frio nas mãos.
De resto o frio é bastante suportável.
O tempo estava fechado. Sem sol. Fazia mesmo frio. Parecia querer chover.
Eu apertei o ritmo. Pensei, se é para passar frio que seja breve.
Andamos nesse trecho nas velocidades mais altas até agora 160-170 km/h
De repente, passo por um caminhão que vai lento (tipo uns 60km/h) e quando saio na frente dele avistei uma caminhonete da Policia Camineira (a policia rodoviaria deles). O cara correndo pegou o radar e apontou pra gente. Acho que não deu tempo nem dele pensar mais nada...iamos nos 170 km/h. zuuuuuuuuuuummmm...
A Andréa perguntou: Voce acha que deu tempo para ele nos pegar?
Eu respondi: Não sei, mas se tiver um companheiro dele ai na frente vai nos parar.
Como já estava no erro mantive a velocidade....
Nada. Não apareceu outro guarda até chegarmos a Colonia.
Chegamos as 16:20hs. Paramos num posto.
Abasteci: 14,6 lts - R$ 42,62.
Tinhamos rodado 186km em uma hora e meia.
Ganhamos tempo ali.
Demos uma volta de moto por Colonia.
Pequena a cidade. Lindinha. Meio romantica.
O tempo tinha melhorado, estava fazendo sol. Céu azul.
A temperatura subiu e já não sentia frio.
Faziam uns 15º.
Resolvemos ir até o BuqueBus (o Ferry) pra ver se tinha um bar pra sentarmos e descançar um pouco antes de entrar no Ferry.
Dai o guardinha perguntou: voces vao no das 17:30hs?
Eu disse: tem um as 17:30? Podemos trocar os nossos bilhetes de 19 pra agora?
Ele me levou até o guiche e troquei.
Show. Vamos chegar mais cedo em BA.
Entrei no Ferry com a moto sozinho. A Andrea entrou pela parte de pedestres.
Levei o capacete dela pra ir filmando a entrada. As imagens da camera de video estao um escandalo!! Acho que a compra dessa camera foi muito feliz! Quero comprar uma a mais pra por na moto, fixa. Vou instalar dois suportes, um na frente e um atras e fico trocando ela pra la e pra ca. Ou compro duas...sei la, mas estou adorando as imagens que ela faz.
Ja tenho no micro mais ou menos 20 horas de video de estradas, paradas, abastecimentos, interiores de predios, tudo a gente filma.
Ja avisei ao Edson: prepare-se pra viajar pro Uruguay. Quero um video de 1 hora e um clip de 5 a 10 minutos. Vai ficar um escandalo!
Voltando ao Ferry.
Entrei pela Bodega (garagem) e a Andrea por cima. Nos encontramos na escada. Foi fácil. Achamos que iamos ficar meio perdidos, mas estava bem vazio.
Fomos ao bar e tomamos um chocolate quente.
Tiramos fotos.
Sentamos e esperamos a chegada.
Chegando ao sair o rapazinho que fica na escada da Godega nos deixou sairmos os dois na moto. Show. A Andrea pos o capacete na cabeça e foi filmando tudo.
Saimos de dentro do Ferry e fomos parados pela alfandega.
Documentos da moto. Putz. Estão dentro da pastinha, dentro da mochila.
Desci. Abri tudo. Peguei os papeis. A fiscal olhou tudo. Tim-tim-por-tim-tim. Não achou problemas.
Acertei o GPS pro hotel. Ele tinha o hotel no item alojamento. Achei fácil. Distancia 4km. Perto.
Aqui não faz frio. 16 graus. Está ótimo. Partimos pro hotel.
O Maria Auxiliadora diz: chegada ao destino em 50 metros. Pronto. Chegamos.
A Andréa pergunta: chegamos aonde? Cadê o hotel?
A Maria tava perdida.
Não tinha hotel nenhum ali.
Ela dizia que era à esquerda. Só tinhamos bancos e predios financeiros em volta de nós.
Cadê o hotel? Nada. Resolvi perguntar. Parei do lado do guarda e perguntei: Onde fica a Calle Reconquista?
Ele sacou um caderninho do bolso com um mapinha. Falou é ali.
Novamente pra esquerda. Eu falei: não pode ser, mas vamos dar uma volta nesse quarteirão.
Nada. Parei num posto de gasolina.
Um velhinho cheio de propriedade mandou: É ali. Atravessa a calle e dobra na próxima a direita.
Blz. Vamos lá. Achamos. É uma rua de pedestres. A Maria se perdeu porque ela me mandava entrar a esquerda e eu não entrava porque era uma rua de pedestres.
Entrei. Gente andando no meio da rua e eu com a Lady cheia de malas passando.
Paramos na porta do hotel. Lindo. Arrumadinho. Tudo novo.
Desembarcamos. Não tem estacionamento, mas tem um em frente.
Fui lá, parei a moto e perguntei: daqui pra sexta 07 da manha quanto dá?
54 pesos ele me respondeu. Perguntei: aceita Reais. Não. Aceita dolares? Não. Só pesos. Putz. Não tenho pesos argentinos. Deixei a moto sem pagar. Voltei no hotel e troquei US$ 100 pra pagar. Já vi que vai ser complicado lidar com dinheiro por aqui.
Subimos. O quarto é ótimo.
Confortável. Cama grande. Água bem quentinha.
Banho....precisava de um banho....
Depois do banho sentei na cama e apaguei.
Acordei com a Andrea perguntando se eu não queria sair pra jantar, comemorarmos meu niver que era ontem.
Pedi a massagem que ela vem falando de fazer nos últimos dias e não fez. Ganhei.
Ganhei a massagem e apaguei.
Acordei hoje de manhã.
Nem jantamos.
Agora acordamos às 05:00 hs da manhã. Sem sono.
Resolvemos escrever. Atualizei as rotas no GPS pra ir à Trepat Motorrad e ao Puerto Madero.
Vamos descer agora pro café e começar os passeios por aqui.
Mais tarde tem mais novidades, acompanhem.
Acordamos as 07:00hs e tomamos cafe.
Na Casa Pueblo servem cafe nos quartos, nao tem refeitorio na baixa temporada.
Apos o cafe nos arrumamos e fomos conhecer o hotel-museo-exposição permanente do Carlos Paez Villaro.
Amamos. Muitas coisas lindas.
Um video maneirissimo sobre a vida dele.
Bom, eu ja tinha visto em 2005, mas a Andrea ficou impressionada com a historia de vida dele.
Checamos a boutique e resolvemos partir.
Carreguei a moto e ligamos a camera para filmar a saída.
Tiramos algumas fotos e saimos da Casa Pueblo às 11:20hs.
Como sempre carreguei os mapas dos próximos trechos pra Maria Auxiliadora (assim que chamo essa pentelha que fala no meu ouvido as ordens do GPS) nao me deixar mais na mão.
Saimos em direção a Colonia via Montevideo.
Paramos em Montevideo pra abastecer e comer no McDonalds (eles tem Wi-Fi digratis!)
Atualizamos o blog - a Casa Pueblo está sem internet - dissseram que no verao terá, mas estão reformando varias partes do hotel e estao sem no momento.
Eram 12:33hs. Colocamos 8,6 lts - R$ 23,80.
Tinhamos rodado 110km.
Estava muito, muito frio. Meus dedos doiam. Fiquei pensando naqueles protetores de punho da GS Top. Só pensava nisso...comprar um par deles assim que chegar a BA. Puta frio nas mãos. De resto até que estava bem, mas se tivesse um protetor e o aquecedor de punhos acho que nem sentia o frio.
As luvas gelavam... frio, frio...brrrrrrrr... e só nas mãos. O resto do corpo bem aquecido com o casaco da Osklen de neve e as pernas protegidas com as calças termicas. Sentia frio mesmo só nas mãos. Passamos por um relogio daqueles que marca a temperatura: 10º centigrados. Parado. Andando parecia que eu estava numa geleira. Frio nas mãos. Os dedos doíam.
Paramos na porta do McDonalds e tirei as luvas e coloquei minhas mãos no cilindro direito do motor. Quentinho.... ahhhhhhhh... que delicia. Fiquei assim acho que uns 10 minutos...esquentando as mãos....
Entramos no McDonalds.
Meu celular não funciona. Esta mudo. O da Andrea também. Estamos incomunicáveis. As vezes acho até bom isso. Estamos mesmo sozinhos por aqui.
No McDonalds, conectados na internet, alimentamos o blog e comemos.
Ficamos parados ali muito mais do que o previsto.
Era para saimos as 13:35hs. Uma hora de parada para almoço é o suficiente, mas a Andrea tinha muitos emails e eu no blog ficamos até quase 14:45hs.
Partimos em direção á Colonia.
Apertei o ritmo.
A estrada estava completamente vazia.
Ninguem!
Um caminhão aqui...um carrinho ali...
Praticamente deserta.
As vezes eu lia uma placa: PEATONES - CUIDADO.
E eu falava pra Andrea: Que peatones? Quem sai de casa com um frio deses?
Passamos por outro relogio daqueles: 8º graus. Frio. Basicamente nas mãos. Quero os protetores! Ou vou comprar uma pele de carneiro e colocar sobre os manetes! Frio nas mãos.
De resto o frio é bastante suportável.
O tempo estava fechado. Sem sol. Fazia mesmo frio. Parecia querer chover.
Eu apertei o ritmo. Pensei, se é para passar frio que seja breve.
Andamos nesse trecho nas velocidades mais altas até agora 160-170 km/h
De repente, passo por um caminhão que vai lento (tipo uns 60km/h) e quando saio na frente dele avistei uma caminhonete da Policia Camineira (a policia rodoviaria deles). O cara correndo pegou o radar e apontou pra gente. Acho que não deu tempo nem dele pensar mais nada...iamos nos 170 km/h. zuuuuuuuuuuummmm...
A Andréa perguntou: Voce acha que deu tempo para ele nos pegar?
Eu respondi: Não sei, mas se tiver um companheiro dele ai na frente vai nos parar.
Como já estava no erro mantive a velocidade....
Nada. Não apareceu outro guarda até chegarmos a Colonia.
Chegamos as 16:20hs. Paramos num posto.
Abasteci: 14,6 lts - R$ 42,62.
Tinhamos rodado 186km em uma hora e meia.
Ganhamos tempo ali.
Demos uma volta de moto por Colonia.
Pequena a cidade. Lindinha. Meio romantica.
O tempo tinha melhorado, estava fazendo sol. Céu azul.
A temperatura subiu e já não sentia frio.
Faziam uns 15º.
Resolvemos ir até o BuqueBus (o Ferry) pra ver se tinha um bar pra sentarmos e descançar um pouco antes de entrar no Ferry.
Dai o guardinha perguntou: voces vao no das 17:30hs?
Eu disse: tem um as 17:30? Podemos trocar os nossos bilhetes de 19 pra agora?
Ele me levou até o guiche e troquei.
Show. Vamos chegar mais cedo em BA.
Entrei no Ferry com a moto sozinho. A Andrea entrou pela parte de pedestres.
Levei o capacete dela pra ir filmando a entrada. As imagens da camera de video estao um escandalo!! Acho que a compra dessa camera foi muito feliz! Quero comprar uma a mais pra por na moto, fixa. Vou instalar dois suportes, um na frente e um atras e fico trocando ela pra la e pra ca. Ou compro duas...sei la, mas estou adorando as imagens que ela faz.
Ja tenho no micro mais ou menos 20 horas de video de estradas, paradas, abastecimentos, interiores de predios, tudo a gente filma.
Ja avisei ao Edson: prepare-se pra viajar pro Uruguay. Quero um video de 1 hora e um clip de 5 a 10 minutos. Vai ficar um escandalo!
Voltando ao Ferry.
Entrei pela Bodega (garagem) e a Andrea por cima. Nos encontramos na escada. Foi fácil. Achamos que iamos ficar meio perdidos, mas estava bem vazio.
Fomos ao bar e tomamos um chocolate quente.
Tiramos fotos.
Sentamos e esperamos a chegada.
Chegando ao sair o rapazinho que fica na escada da Godega nos deixou sairmos os dois na moto. Show. A Andrea pos o capacete na cabeça e foi filmando tudo.
Saimos de dentro do Ferry e fomos parados pela alfandega.
Documentos da moto. Putz. Estão dentro da pastinha, dentro da mochila.
Desci. Abri tudo. Peguei os papeis. A fiscal olhou tudo. Tim-tim-por-tim-tim. Não achou problemas.
Acertei o GPS pro hotel. Ele tinha o hotel no item alojamento. Achei fácil. Distancia 4km. Perto.
Aqui não faz frio. 16 graus. Está ótimo. Partimos pro hotel.
O Maria Auxiliadora diz: chegada ao destino em 50 metros. Pronto. Chegamos.
A Andréa pergunta: chegamos aonde? Cadê o hotel?
A Maria tava perdida.
Não tinha hotel nenhum ali.
Ela dizia que era à esquerda. Só tinhamos bancos e predios financeiros em volta de nós.
Cadê o hotel? Nada. Resolvi perguntar. Parei do lado do guarda e perguntei: Onde fica a Calle Reconquista?
Ele sacou um caderninho do bolso com um mapinha. Falou é ali.
Novamente pra esquerda. Eu falei: não pode ser, mas vamos dar uma volta nesse quarteirão.
Nada. Parei num posto de gasolina.
Um velhinho cheio de propriedade mandou: É ali. Atravessa a calle e dobra na próxima a direita.
Blz. Vamos lá. Achamos. É uma rua de pedestres. A Maria se perdeu porque ela me mandava entrar a esquerda e eu não entrava porque era uma rua de pedestres.
Entrei. Gente andando no meio da rua e eu com a Lady cheia de malas passando.
Paramos na porta do hotel. Lindo. Arrumadinho. Tudo novo.
Desembarcamos. Não tem estacionamento, mas tem um em frente.
Fui lá, parei a moto e perguntei: daqui pra sexta 07 da manha quanto dá?
54 pesos ele me respondeu. Perguntei: aceita Reais. Não. Aceita dolares? Não. Só pesos. Putz. Não tenho pesos argentinos. Deixei a moto sem pagar. Voltei no hotel e troquei US$ 100 pra pagar. Já vi que vai ser complicado lidar com dinheiro por aqui.
Subimos. O quarto é ótimo.
Confortável. Cama grande. Água bem quentinha.
Banho....precisava de um banho....
Depois do banho sentei na cama e apaguei.
Acordei com a Andrea perguntando se eu não queria sair pra jantar, comemorarmos meu niver que era ontem.
Pedi a massagem que ela vem falando de fazer nos últimos dias e não fez. Ganhei.
Ganhei a massagem e apaguei.
Acordei hoje de manhã.
Nem jantamos.
Agora acordamos às 05:00 hs da manhã. Sem sono.
Resolvemos escrever. Atualizei as rotas no GPS pra ir à Trepat Motorrad e ao Puerto Madero.
Vamos descer agora pro café e começar os passeios por aqui.
Mais tarde tem mais novidades, acompanhem.
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